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Um dia de cada vez

por Luís Naves, em 06.05.15

Dia-a-dia, lá vamos vivendo, tentando não dar demasiada importância à vaidade alheia, à presunção dos patetas, aos inúteis gestos de orgulho, que são tão ridículos. Vamos preenchendo como podemos esta sociedade dividida e o vácuo simples das nossas vidas. Tudo enfim desliza para a natureza transitória dos pensamentos, pois o que vamos sentindo perde-se em primeiro lugar na nossa própria memória viva e, logo a seguir, na memória dos outros, onde seremos por mais algum tempo uma espécie de mito irreal, até ao inevitável desenlace em que nos tornaremos rastos do passado e então haverá outras pessoas no mundo, outras sociedades e outros sonhos.

publicado às 19:51




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