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Camponês

por Luís Naves, em 31.08.17

Enfim, isto não tem saída, só me resta continuar, fazer das tripas-coração e escrever, sem olhar para trás. Escrever como trabalhador rural, não como um burguês. Sou da picareta, abro valas junto à estrada, trabalho à sachola, sem tempo para olhar a paisagem, sem enfeites nem ornamentação; não me sinto mais jardineiro, sou camponês sem terra e, para extrair o pão, tem de ser à força, com suor e o mínimo de ilusões. A partir pedra.

publicado às 11:15


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