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3 em Linha (comigo perfaz 4)

por João Villalobos, em 01.05.14

“Mais receita, só mais receita. Sem reforma do Estado (menos funções e serviços), os custos são e serão os mesmos, com este ou outro primeiro- ministro – não há outro caminho, é só cobrar e esperar”. 

André Macedo no DN

 

“A realidade não muda: há mais um aumento de impostos para todos os portugueses. Pouco interessa se é reduzido para cada um dos portugueses. São mais 250 milhões de euros de impostos pagos pelos portugueses que vão alimentar o monstro da despesa pública – que continua por reformar em termos estruturais. Dito de outra forma, são menos 250 milhões de euros, que não se cortam na despesa pública”.

Luís Rosa no I

 

“Justificar uma possível subida do IVA com a insustentabilidade do sistema de pensões é uma falsa questão. Não que o sistema não seja insustentável. Mas porque revela que o Governo não foi capaz de reformar o sistema e mais uma vez preferiu a saída mais fácil. O justo paga pelo pecador. Não faz sentido que seja o consumo a pagar a sustentabilidade das pensões. O sistema tem de ser sustentável por si só. O que é cobrado através das taxas sobre o rendimento do trabalho tem que ser suficiente para pagar as pensões. Se não é, ou aumenta-se a Taxa Social Única ou diminuem-se as pensões”.

João Vieira Pereira no Expresso

 

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publicado às 11:25


1 comentário

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De Luís Naves a 01.05.2014 às 18:10

Tudo muito lindo, mas é curioso que ninguém refira o Tribunal Constitucional. Estas decisões não servem para compensar a exigência de reposição de parte dos cortes? Qual a razão disto não ser referido pelos comentadores? E como é que se faz uma reforma do Estado ambiciosa, sobretudo na Segurança Social, sem o apoio do PS e as respectivas alterações constitucionais? A reacção da direita ao anúncio dava pano para mangas; e os que andaram a criticar o Governo pela austeridade (sem a qual não cumpríamos os termos do resgate) são os primeiros a criticar a devolução de 20% dos cortes aos funcionários públicos e a redução dos cortes aos pensionistas. Pelos vistos, se fosse a votos, o FMI tinha maioria.

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