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Os mandarins

por Luís Naves, em 17.08.16

Não há muita paciência para o vazio do mandarinato intelectual e para o vazio da linguagem politicamente correcta. Os analistas exigem à oposição que apareça com ideias frescas, leia-se pensamento mágico, discurso da esperança, nada de pessimismo, muitos afectos e beijinhos, abraços a vítimas e a populares mais vulneráveis, resistência à Europa e frases de belo efeito. Estes são os mesmos intelectuais que nunca acertaram e que, diga-se de passagem, estarão na linha da frente das críticas ao Governo Socialista, logo que percebam que vem aí o diabo e o reviralho. Dirão todos em coro que, afinal, o homem não percebia nada disto. A geringonça? Será considerada uma péssima ideia, que serviu apenas para a esquerda radical cortar uma boa fatia ao eleitorado do PS.

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publicado às 12:21



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