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por Luís Naves, em 30.09.14

Bons exemplos de textos da concorrência sobre os desenvolvimentos políticos:

 

Em Nada o Dispõe à Acção, Pedro Picoito opina sobre a dinâmica de vitória do PS, as expectativas elevadas em relação a António Costa e a resposta da coligação, com a possível tentação da demagogia. Os anos eleitorais são tramados. Só que, ao contrário de 2009, desta vez temos a troika à perna. O texto é excelente e, por erro, foi atribuído em versão anterior deste post a Filipe Nunes Vicente, autor que considero um dos mais argutos da blogosfera. Peço imensa desculpa pelo lamantável equívoco.

 

Acho notável este texto de rui a., em Blasfémias. O autor fala de um padrão constante na política portuguesa, a existência do número dois nas lideranças e questiona-se sobre quem será o possível braço direito de António Costa.

 

Francisco Seixas da Costa sublinha a forte legitimidade do novo líder do PS, que é superior à que teria numa vitória em congresso. Isto representa um capital político inestimável.

 

Também há textos como este, de Isabel Moreira, publicado em Aspirina B antes da votação nas primárias. A prosa sugere que o PS sai da crise (ou transição) com feridas profundas. As clivagens são entre os que querem uma coligação mais à esquerda, que nos levaria a uma possível ruptura europeia, e os moderados que julgam inevitável um bloco central que prossiga as reformas estruturais.

 

Finalmente, este é um dos melhores textos que li sobre o tema. O autor é Rui Bebiano. Simplesmente brilhante.

 

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publicado às 12:16



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